Considerando que as pessoas se unem mesmo com as distâncias hoje, unir pessoas pelo mundo todo, para se evidenciar a igreja mundial em ação, é possível e coincidentemente relevante para essa geração. Fazer parte de uma estrutura mundial, que cresce a cada dia e saber que cada um é muito importante dentro dela é fascinante, além de uma oportunidade de fazer com que pessoas do mundo inteiro se identifiquem com propósitos e pensamentos globais. E o que fazemos? Começamos a articular Igrejas pelo mundo para uma rede de atividades? Pode ser, mas acho que pode ficar institucionalizado, e isso é algo que pra muitos, principalmente jovens, “cheira mal”. Tem que ser orgânico, tem que partir da vontade das pessoas, tem que ser verdadeiro. Além disso, outro erro seria pensar em um objetivo, tipo “conscientizar”, “impactar”, “transformar”. Precisamos de ações despretensiosas, ações que terão muito mais haver com mostrar que fazemos parte de algo, que esse algo é grande e bom. Ações cristãs mundiais são uma realidade para pensarmos.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
"Sou Testemunha"
A gestão atual da CNM tem muito me surpreendido pela qualidade de seus eventos e pela eficiência de suas secretarias. Quando escolheram seu tema para o quadriênio "Sou testemunha", confesso que não compreendi de fato sua dimensão de imediato, mas com o decorrer do tempo entendi como tal tema estende-se a tudo quanto fazemos e a todos os nossos atos. Mas afinal de contas, o que é ser testemunha? Certo dicionário define testemunha como "...Pessoa que relata o que viu ou ouviu...", ou seja, podemos destacar que para ser testemunha é necessário ver ou ouvir. Como poderíamos discorrer sobre algo que não temos conhecimento? À primeira vista o tema da CNM nos remete diretamente ao ato do bom testemunho, da demonstração do amor cristão, porém ele vai muito além dessa concepção. Para ser testemunha é imprescindível que vejamos e ouçamos a palavra de Deus. É para isso não podemos simplesmente ir a Igreja e fingir que realmente estamos prestando atenção no sermão do pastor, mas sim viver cada momento do culto, absorver cada detalhe, cada informação. O culto não é um ato de apenas uma hora em que ficamos sentados em um banco duro, levantando em momentos alternados para cantar e orar.
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